domingo, 1 de junho de 2014


Início da produção em setembro de 1957, com 50% de componentes nacionais – índice que passaria a 95% em 1961. Teve versões Standard, Luxo e Furgão, além da Pickup (feita de 1967 a 2000) e Pickup de cabine dupla (1981 a 1986); motores a gasolina e a diesel (1981 a 1986).
Em 1998 seu motor de 1.600 cm³ a ar recebeu injeção eletrônica de combustível. O motor 1.4 Total Flex foi introduzido em dezembro de 2005. Por conta da legislação, vai sair de linha no ano que vem.
Sua construção robusta monobloco (sem chassi), suspensão independente com barras de torção, além da excêntrica posição do motorista no carro (sentado sobre o eixo dianteiro e com a coluna de direção praticamente vertical), o tornam um veículo simples e robusto, de baixo custo de manutenção.


FUSCA

           O carro que iniciou as operações da Volkswagen no Brasil, em 1953, montado em um galpão no bairro do Ipiranga. Seu motor tinha 1.200 cm³. A partir de 1959 começou a ser fabricado no País, já na unidade Anchieta, até 1986.
          Durante esse período o Volkswagen Sedan teve versões com motor de 1.300 cm³ (a partir de 1967, com 45 cv brutos), 1.500 cm³ (introduzido em 1970, com 52 cv brutos, o que lhe rendeu o apelido de Fuscão) e 1.600 cm³ (em 1974, com dupla carburação, que rendia 65 cv brutos). O câmbio foi sempre manual de quatro marchas. O modelo teve também várias reestilizações e séries especiais, como a Prata, de 1979.
            Do original Volkswagen Sedan, o nome foi oficialmente substituído por Fusca em 1983. Em 1984, o modelo ganhou freios a disco na dianteira e passou a ser produzido apenas na versão 1.600 – no ano seguinte receberia versão 1.600 movida a álcool.
         Sua produção foi retomada em 1993 e durou até 1996. Ao longo de toda a sua história, o Fusca teve mais de 3,1 milhões de unidades vendidas no Brasil.



CHEVETTE


                    Lançado em maio de 1973, o modelo se tornou um ícone da indústria nacional principalmente em sua versão sedã de duas portas. Mas o Chevette veio acompanhado de uma família inteira – com direito ao sedã, a perua Marajó e a picape Chevy. Em 1987, o modelo ganhou uma reestilização, que o aproximou do Best seller Monza. O último Chevette - uma versão "popular" 1.0 do sedã, batizada de Júnior - deixou a linha de produção brasileira em novembro de 1993.

           A última unidade do Chevette no Brasil saiu da fábrica em 12 de novembro de 1993, já como modelo 1994. Entretanto, é comum encontrá-los rodando pelas ruas, uma vez que foi um modelo que alcançou um expressivo número de vendas (cerca de 1,6 milhões de unidades) e demonstrou ser bastante robusto, arrebatando uma legião de fãs. O Corsa de segunda geração tornou-se seu sucessor no Brasil, repetindo o mesmo sucesso.





OPALA/CARAVAN


              Produzido de 1968 a 1992, o Opala se tornou um sucesso de vendas em suas configurações sedã e cupê, e também na carroceria perua, batizada de Caravan. Com 1 milhão de unidades produzidas no Brasil, o Opala virou referência de veículos de luxo e ganhou espaço na cultura nacional. Com diversos retoques visuais ao longo de sua carreira, o carro também era bastante cobiçado pelo desempenho de seus motores de 4 e 6 cilindros.
                        Dentre as qualidades do Opala, é notável o acerto dos freios, direção, e suspensão bastante equilibradas, sobretudo após as mudanças feitas nos modelos pós 1980, aliado a isto, o conforto de um carro potente e com bastante torque, o que resulta em saídas rápidas e muita força em subidas de serra, ultrapassagens e retomadas de velocidade mais que seguras na estrada.