Lançado em maio de 1973, o modelo se tornou um ícone da indústria nacional principalmente em sua versão sedã de duas portas. Mas o Chevette veio acompanhado de uma família inteira – com direito ao sedã, a perua Marajó e a picape Chevy. Em 1987, o modelo ganhou uma reestilização, que o aproximou do Best seller Monza. O último Chevette - uma versão "popular" 1.0 do sedã, batizada de Júnior - deixou a linha de produção brasileira em novembro de 1993.
A última unidade do Chevette no Brasil saiu da fábrica em 12 de novembro de 1993, já como modelo 1994. Entretanto, é comum encontrá-los rodando pelas ruas, uma vez que foi um modelo que alcançou um expressivo número de vendas (cerca de 1,6 milhões de unidades) e demonstrou ser bastante robusto, arrebatando uma legião de fãs. O Corsa de segunda geração tornou-se seu sucessor no Brasil, repetindo o mesmo sucesso.


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